Antes tarde, do que nunca!

Agartha City
Data de fundação: 21/03/1890
População: (em recenseamento)
Edificações: 01
Frota:
* carros/vans/utilitários: 05
* veículos pesados: 04
* motocicletas/motonetas: 20
* veículos competição: 06
Heráldica:
O fundo bicolor retrata duas realidades: a cor grená, abaixo, ilustra o mundo humano e suas vicissitudes, que arrastam o cidadão aos dilemas, conflitos, e idiossincrasias carentes de sublimação moral. A cor azul, na parte superior, retrata o oposto: uma esfera de equilíbrio e interação social calcada na aplicação solene e perene da tríade de valores de Agartha: respeito, justiça e fraternidade.
A cruz branca simboliza a sacralidade que delimita as duas esferas onde os cidadãos, invariavelmente, se encontram situados. É o vetor, a zona limítrofe que frena, estabiliza e coordena a sinergia desses dois estados da “alma” dos cidadãos. Embora inspire religiosidade, não influi no caráter laico do poder público vigente.
O triângulo vermelho ao centro da cruz simboliza, primeiramente, inferência ao Estado de Minas Gerais. Mas também lança similitude à letra “A”, pertencente à grafia de “Agartha”. Sua posição na confluência da cruz indica a centralidade de seu valor simbólico. A borda amarela ilustra a irradiação do triângulo, e nela estão timbrados os valores morais mais prezados pelo seu fundador – Luciano, o Louco (1856-1950), e pelo colegiado de cidadãos que promulgaram a identidade municipal de Agartha, em 1890. São valores escritos em latim: fraternitatis (fraternidade), respectus (respeito) e iustitiae (justiça).
O Playmobil ao centro do triângulo revela a razão de ser da própria cidade: a singularidade de todos os cidadãos em prol de uma convivência harmônica, pacífica e profícua. A face “anônima” deste Playmobil indica que a pedra fundamental da cidade estará sempre assentada na importância dos direitos individuais, para garantia de uma sociedade justa, respeitosa e fraterna.








