O Reino de Gardênia - !NOVO! VIDEO S03 na pág 21!!
- alepaolini
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Re: O Reino de Gardênia - Histórias e Afins - MAIS na Pág 17!!!!
Já que você mencionou Rafa, tinha reparado sim. De onde é essa grama?
Caprichando no cenário hein!
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Alessandro Paolini
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Rauskas
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Re: O Reino de Gardênia - "A Mentira de Gardênia" na pág 17!!
As gramas, Alê, são de umas placas de grama artificial que eu comprei a alguns anos de Poços de Caldas - MG. Mas devem existir em várias lojas de decoração, com certeza! São as mesmas, acho, que foram usadas na Expo do Rio, se as fotos não me enganam... E eu tive a idéia de usá-las somente depois da Expo, porque estavam numa caixa, num canto, esperando o decreto final de irem para o lixo mais cedo ou mais tarde!
Gardênia tem uma história, e ela deve ser contada!: http://www.playbrasilmobil.com.br/viewt ... =71&t=1905
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psicologofabio
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Re: O Reino de Gardênia - "A Mentira de Gardênia" na pág 17!!
Show de bola!!!
A vegetação caiu como uma luva!!!
vc já pensou em fazer uma versão PDF???? Após a conclusão de um longo capitulo vc poderia disponibilizar uma versão PDF para os amigos do fórum...
abração
A vegetação caiu como uma luva!!!
vc já pensou em fazer uma versão PDF???? Após a conclusão de um longo capitulo vc poderia disponibilizar uma versão PDF para os amigos do fórum...
abração
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Rauskas
- playmoknight
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Re: O Reino de Gardênia - "A Mentira de Gardênia" na pág 17!!
Oi, Fábio! Você me deu uma baita idéia, sabia? Eu poderia explorar mais os textos, de uma maneira melhor e tudo mais.... A próxima história eu farei também em formato PDF, 'extentida'
Valeu!!!! 
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Rauskas
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Re: O Reino de Gardênia - "Lembranças" na pág 18!!
Amanheceu no Império Romano! A luz do sol banhava agora a capital do maior império que a humanidade já vira! Seus mercadores e artistas já tomavam as ruas; os soldados nas academias treinavam e os senadores se ocupavam com seus cargos. Aurelius estava em segurança, em Roma. Depois de quase ser capturado por seus inimigos, os Gardenianos, Aurelius retornou à Roma para recuperar-se e para a execução de mais uma estratégia militar vinda do Senado e do Imperador.
Aurelius então caminhou até a sacada de seu aposento, no segundo andar da construção, e observou os novos militares treinando no pátio de uma academia militar. Seu pressentimento dizia que estas últimas ordens colocariam um fim nesta guerra, que já perdurava 15 anos entre as duas nações e ceifara a vida de muitos.
Um emissário bateu à porta de Aurelius.
-Senhor?
-Sim.
-Senhor, o Imperador o convocou para a cerimônia de entrega e explicação de suas ordens, no jardim de seu palácio.
-No palácio?
-Sim senhor. O Senador Tiberius também estará lá. As ordens já foram aprovadas pelo senado.
-Está bem. Estarei lá.
Aurelius parou por mais um minuto e olhou para o pátio da academia, novamente. Viu os recrutas treinando, como antes. Muitos eram jovens e homens do campo que haviam se alistado no exército em busca de riqueza. Por algum motivo, veio à sua memória um acontecimento que ocorreu no início das guerra, muito antes da Batalha de Lanchinho...
---
Gardenianos em fuga! Vários povoados foram invadidos e destruídos pelos romanos! A guerra não mudara a ferocidade desses guerreiros de traje cor-de-sangue, que não poupavam esforços em ceifar vidas! O Cavaleiro Real Tornarör estava liderando os gardenianos no bastião de Turëhor. O bastião era a única defesa gardeniana nesta parte do reino entre as pradarias do sudeste e as terras rurais do noroeste. Uma vez no chão os romanos teriam então um caminho quase que livre até a capital! Cientes disso, as máquinas de guerra romanas fizeram o bastião em pó e eles foram obrigados a recuar, se entricheirando nas aldeias ao longo do caminho. Felizmente para Gardênia as densas florestas dessa região e um grande paredão no meio delas impediram a passagem das máquinas de guerra forçando os romanos a marcharem à pé nessas matas.

Entrincheirados nas pequenas aldeias e vilarejos os Gardenianos então começaram uma peleja perigosa com os romanos, aguardando reforços vindos da capital, liderados por Horathor e Toramir. Até lá, Tornarör teria que aguentar sozinho!
Após longos combates e cercados Tornarör e os habitantes de uma pequena aldeia são forçados a recuarem por um território já devastado e sob vigia romana, no meio da floresta. Sua esperança era que passassem despercebidos até a chegada dos reforços. Haviam muitos feridos e mulheres e crianças. Tornarör contava com poucos soldados e alguns milicianos que resolveram juntar-se a causa.

Tornarör, no alto de uma casa parcialmente destruída conversa com os poucos soldados saudáveis:
Tornarör: Sei que está frio... Mas não podemos acender fogueiras, mesmo que em brasas..
Soldado 1: Compreendemos, senhor... Mas os civis passam frio e os feridos não aguentarão muito tempo neste tempo!
Miliciano: Além do mai não estamos com trajes para estas noites frias. Fomos pegos de surpresa, senhor! Poderíamos..
Tornarör: Não! Também sinto pelos nossos feridos e por nós mesmos. Mas se passarmos despercebidos por Aurelius e seus romanos daremos o tempo necessário para Horathor e Toramir chegarem. Devem chegar por volta de amanhã, no meio dia ou no início da tarde segundo meus cálculos... Precisamos aguentar! Eles trazem pelo menos quatro ou cinco regimentos de setenta axeman, afora os arqueiros. Os romanos não poderão lutar contra tantos... Estão longe de suporte e apoio, mas precisamos por hora aguentar.

Soldado 1: Está bem, senhor. Sabe o que está fazendo... Vamos ficar quietos.
Tornarör: O único barulho que um de nós fará é o de soar o alarme, caso os romanos já tenham nos localizado. Não é possível remover todos à tempo. Feridos e fracos não conseguiríamos. Então, com o alarme poderíamos pelo menos nos render sem uma luta e esperar a chegada dos reforços, amanhã, para talvez nos libertar ou negociar nossa liberdade. É o melhor que podemos fazer.
Miliciano: Está bem, senhor!
Então , para a tristeza e o desespero dos gardenianos o soldado ferido que cuidava da vigília dos romanos e de soar o alarme o soou. O barulho ecoou pela mata que estava quieta e uma ponta gélida tocou a todos os gardenianos. Os romanos os acharam!
Tornarör: Homens, vamos! Não lutaremos, mas só pelo fato de serem romanos não deixem suas armas de lado! Protejam os civis! É por causa deles que faremos isso!
Então todos desceram dos escombros e foram até a clareira, onde encontraram-se com Aurelius e um oficial.


Aurelius: Ora, ora, ora! Veja o que encontramos aqui! Os vermes verdes se escondendo nos escombros, como os reais vermes que são!
Tornarör: Aurelius! Não faça desta situação algo pior. Temos civis, mulheres, crianças e feridos. Não pretendemos lutar contra vocês. Podem nos fazer de prisioneiros, pois nos rendemos.
Aurelius: Rendição?
Tornarör: Sim, nos rendemos, Aurelius. Não vamos lutar.
Aurelius: O que disse, Verme? Rendição?
Tornarör: Sim, Aurelius! Nos rendemos!!!
Aurelius: Eu não acho que essa seja uma opção. Acontece que não estamos dispostos a aceitá-la.
Tornarör: Mas vocês tem que fazê-lo! Há apenas cinco ou seis soldados aqui, e pelo menos o dobro em civis e feridos. NÃO LUTAREMOS, AURELIUS!
Aurelius: Gardeniano, gardeniano... Deixe-me contar uma coisa: Quando encontramos um inseto debaixo de uma pedra temos a estranha reação de temê-lo, seja por nojo ou por real medo. Acontece que não há motivos para temer o inseto, pois ele está correndo, desesperado por você ter achado o seu esconderijo. Neste momento, se compreendêssemos o que o inseto falasse, perceberíamos que ele está gritando por um 'Por favor, não me machuque, eu me rendo!' . E o que fazemos, mesmo assim? O matamos. Esmagamos como um inseto deve ser esmagado. Por quê? Porque é assim que as coisas funcionam neste mundo. Apenas os mais fortes sobrevivem enquanto os fracos se escondem nos escombros até a hora de sua morte. Você ainda não percebeu isso? - e então lançou um olhar fulminante para Tornarör, já preparando para sacar sua espada. O horror que se seguiu mal pode ser descrito.

No dia seguinte, Horathor e Toramir chegaram às florestas e lutaram contra os romanos. Após longas batalhas a superioridade gardeniana se fez valer e os romanos recuaram para os seus territórios. Este foi o mais longe que os nativos da península itálica chegaram em Gardênia.
---
Romano: Senhor?
Aurelius: Ahn?
Romano: Senhor, ainda não está pronto? Seu encontro com o Senador e com o Imperador já está para começar!
Aurelius: Ah, sim. Apronto-me em minutos. Vá preparando meu cavalo.
Romano: Já cuidamos disto, senhor.
Aurelius: Então já estou indo.
Download em PDF: Download em PDF
Aurelius então caminhou até a sacada de seu aposento, no segundo andar da construção, e observou os novos militares treinando no pátio de uma academia militar. Seu pressentimento dizia que estas últimas ordens colocariam um fim nesta guerra, que já perdurava 15 anos entre as duas nações e ceifara a vida de muitos.
Um emissário bateu à porta de Aurelius.
-Senhor?
-Sim.
-Senhor, o Imperador o convocou para a cerimônia de entrega e explicação de suas ordens, no jardim de seu palácio.
-No palácio?
-Sim senhor. O Senador Tiberius também estará lá. As ordens já foram aprovadas pelo senado.
-Está bem. Estarei lá.
Aurelius parou por mais um minuto e olhou para o pátio da academia, novamente. Viu os recrutas treinando, como antes. Muitos eram jovens e homens do campo que haviam se alistado no exército em busca de riqueza. Por algum motivo, veio à sua memória um acontecimento que ocorreu no início das guerra, muito antes da Batalha de Lanchinho...
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Gardenianos em fuga! Vários povoados foram invadidos e destruídos pelos romanos! A guerra não mudara a ferocidade desses guerreiros de traje cor-de-sangue, que não poupavam esforços em ceifar vidas! O Cavaleiro Real Tornarör estava liderando os gardenianos no bastião de Turëhor. O bastião era a única defesa gardeniana nesta parte do reino entre as pradarias do sudeste e as terras rurais do noroeste. Uma vez no chão os romanos teriam então um caminho quase que livre até a capital! Cientes disso, as máquinas de guerra romanas fizeram o bastião em pó e eles foram obrigados a recuar, se entricheirando nas aldeias ao longo do caminho. Felizmente para Gardênia as densas florestas dessa região e um grande paredão no meio delas impediram a passagem das máquinas de guerra forçando os romanos a marcharem à pé nessas matas.

Entrincheirados nas pequenas aldeias e vilarejos os Gardenianos então começaram uma peleja perigosa com os romanos, aguardando reforços vindos da capital, liderados por Horathor e Toramir. Até lá, Tornarör teria que aguentar sozinho!
Após longos combates e cercados Tornarör e os habitantes de uma pequena aldeia são forçados a recuarem por um território já devastado e sob vigia romana, no meio da floresta. Sua esperança era que passassem despercebidos até a chegada dos reforços. Haviam muitos feridos e mulheres e crianças. Tornarör contava com poucos soldados e alguns milicianos que resolveram juntar-se a causa.

Tornarör, no alto de uma casa parcialmente destruída conversa com os poucos soldados saudáveis:
Tornarör: Sei que está frio... Mas não podemos acender fogueiras, mesmo que em brasas..
Soldado 1: Compreendemos, senhor... Mas os civis passam frio e os feridos não aguentarão muito tempo neste tempo!
Miliciano: Além do mai não estamos com trajes para estas noites frias. Fomos pegos de surpresa, senhor! Poderíamos..
Tornarör: Não! Também sinto pelos nossos feridos e por nós mesmos. Mas se passarmos despercebidos por Aurelius e seus romanos daremos o tempo necessário para Horathor e Toramir chegarem. Devem chegar por volta de amanhã, no meio dia ou no início da tarde segundo meus cálculos... Precisamos aguentar! Eles trazem pelo menos quatro ou cinco regimentos de setenta axeman, afora os arqueiros. Os romanos não poderão lutar contra tantos... Estão longe de suporte e apoio, mas precisamos por hora aguentar.

Soldado 1: Está bem, senhor. Sabe o que está fazendo... Vamos ficar quietos.
Tornarör: O único barulho que um de nós fará é o de soar o alarme, caso os romanos já tenham nos localizado. Não é possível remover todos à tempo. Feridos e fracos não conseguiríamos. Então, com o alarme poderíamos pelo menos nos render sem uma luta e esperar a chegada dos reforços, amanhã, para talvez nos libertar ou negociar nossa liberdade. É o melhor que podemos fazer.
Miliciano: Está bem, senhor!
Então , para a tristeza e o desespero dos gardenianos o soldado ferido que cuidava da vigília dos romanos e de soar o alarme o soou. O barulho ecoou pela mata que estava quieta e uma ponta gélida tocou a todos os gardenianos. Os romanos os acharam!
Tornarör: Homens, vamos! Não lutaremos, mas só pelo fato de serem romanos não deixem suas armas de lado! Protejam os civis! É por causa deles que faremos isso!
Então todos desceram dos escombros e foram até a clareira, onde encontraram-se com Aurelius e um oficial.


Aurelius: Ora, ora, ora! Veja o que encontramos aqui! Os vermes verdes se escondendo nos escombros, como os reais vermes que são!
Tornarör: Aurelius! Não faça desta situação algo pior. Temos civis, mulheres, crianças e feridos. Não pretendemos lutar contra vocês. Podem nos fazer de prisioneiros, pois nos rendemos.
Aurelius: Rendição?
Tornarör: Sim, nos rendemos, Aurelius. Não vamos lutar.
Aurelius: O que disse, Verme? Rendição?
Tornarör: Sim, Aurelius! Nos rendemos!!!
Aurelius: Eu não acho que essa seja uma opção. Acontece que não estamos dispostos a aceitá-la.
Tornarör: Mas vocês tem que fazê-lo! Há apenas cinco ou seis soldados aqui, e pelo menos o dobro em civis e feridos. NÃO LUTAREMOS, AURELIUS!
Aurelius: Gardeniano, gardeniano... Deixe-me contar uma coisa: Quando encontramos um inseto debaixo de uma pedra temos a estranha reação de temê-lo, seja por nojo ou por real medo. Acontece que não há motivos para temer o inseto, pois ele está correndo, desesperado por você ter achado o seu esconderijo. Neste momento, se compreendêssemos o que o inseto falasse, perceberíamos que ele está gritando por um 'Por favor, não me machuque, eu me rendo!' . E o que fazemos, mesmo assim? O matamos. Esmagamos como um inseto deve ser esmagado. Por quê? Porque é assim que as coisas funcionam neste mundo. Apenas os mais fortes sobrevivem enquanto os fracos se escondem nos escombros até a hora de sua morte. Você ainda não percebeu isso? - e então lançou um olhar fulminante para Tornarör, já preparando para sacar sua espada. O horror que se seguiu mal pode ser descrito.

No dia seguinte, Horathor e Toramir chegaram às florestas e lutaram contra os romanos. Após longas batalhas a superioridade gardeniana se fez valer e os romanos recuaram para os seus territórios. Este foi o mais longe que os nativos da península itálica chegaram em Gardênia.
---
Romano: Senhor?
Aurelius: Ahn?
Romano: Senhor, ainda não está pronto? Seu encontro com o Senador e com o Imperador já está para começar!
Aurelius: Ah, sim. Apronto-me em minutos. Vá preparando meu cavalo.
Romano: Já cuidamos disto, senhor.
Aurelius: Então já estou indo.
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Gardênia tem uma história, e ela deve ser contada!: http://www.playbrasilmobil.com.br/viewt ... =71&t=1905
Minha Coleção: http://www.playbrasilmobil.com.br/viewt ... =71&t=1909
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psicologofabio
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Re: O Reino de Gardênia - "Lembranças" na pág 18!!
Que bom que pude ajudar!!!
Quando tiver um tempinho, organize os capítulos anteriores em PDF para que possamos ter todo o épico de gardenia!!!
Grande abraço
Quando tiver um tempinho, organize os capítulos anteriores em PDF para que possamos ter todo o épico de gardenia!!!
Grande abraço
- alepaolini
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Re: O Reino de Gardênia - "Lembranças" na pág 18!!
Estou falando... Rafa muda de área!
Esquece economia, seu negócio é ser roteirista!
Belo flashback, embora vejo que você queira retratar esse Aurelius como um general romano sanguinário e impiedoso.
Segue a trama...
Esquece economia, seu negócio é ser roteirista!
Belo flashback, embora vejo que você queira retratar esse Aurelius como um general romano sanguinário e impiedoso.
Segue a trama...
Alessandro Paolini
alepaolini75@gmail.com
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Rauskas
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Re: O Reino de Gardênia - "Lembranças" na pág 18!!
Com Certeza farei isso, Fábio! Oraganizarei as antigas em PDF também. Também está nos meus planos fazer um 'remake' do 'Ataque ao posto de Palmiertrift', nos formatos que estou usando, com melhor cenário e tudo mais. Mas só para efeitos estéticos mesmo, porque nada acrescentaria na história original.
Valeu mesmo, Fábio!
HAHAHA Alê, as vezes eu penso em largar tudo para virar escritor.
Brincadeirinha
Mas é quase isso. Até o momento em que comecei a ler um livro de Katherine Neville, chamado 'O Enigma do Oito'. E li aquela micro-biografia dela... E ela era Vice Presidente e Consultora Financeira do Bank of America! E escreveu um épico muito bom, longe da área 'financeira' e 'econômica'
Acho que dá para conciliar tudo.. ou quase tudo .
Alê, quero sim retratar Aurelius como uma pessoa impiedosa e realmente ruim. O personagem dele foi concebido dessa maneira, um inimigo real para os gardenianos, alguém tão perigoso e difícil de se lidar que faria com que a guerra se prolongasse demasiado. Entretanto, estou me esforçando ao máximo para colocar um pouco de 'humanidade' em Aurelius e contar um pouco da sua história aos poucos, para que vocês percebessem que Aurelius, apesar de naturalmente ser um pouco impiedoso e tudo mais não foi sempre assim. Ele guarda um profundo ódio dos gardenianos não pela guerra, mas sim pela destruição da academia onde treinava e de todos, exatamente todos os seus mestres e companheiros, quando era jovem, antes da guerra. Aurelius continuou o seu treinamento e, quando Cassius caiu assumiu, junto com Tiberius, o poder de comandar as legiões romanas e se vingar dos gardenianos. É por isso que guarda tanto ódio e tanto rancor. Mas, acredite que não pretendo fazer de Aurelius a personagem mais ruim desta história... Não. Haverão outros, bem piores! Eu até estou pensando em não dar o fim que pensei dar a Aurelius para que ele possa voltar na terceira fase, de uma maneira um pouco diferente do planejado.. Mas é só uma idéia.
Se vocês se atentaram aos nomes - o que confesso que pode ser meio complicado - verão já desde o início desta história que Tornarör estava morto. Naquele 'Guia dos Cavaleiros Reais' que postei a poucos dias, como Tornarör apareceu em 'O Ataque ao Posto de Palmiertrift' eu o coloquei lá e coloquei já que estava morto, em uma emboscada (Adalinnood conta à Goramorir). Estes escombros são os mesmos escombros em que Adalinnood e Ennë'ya se encontram com os irmãos Hegör e Endör e os guerreiros africanos, porém, muitos anos depois. Por isso da vegetação.
Ah, apesar da concepção de Aurelius ter sido feita de uma maneira 'má', não o considero tão ruim assim: Em 'O Recado Gardeniano', Zelotes mataram um Senador Romano, a Sangue Frio. De uma maneira ou outra ele era um civil. E um político! Aurelius busca se vingar do que passou quando era jovem, na academia, e aos poucos também foi sido corrompido pelas trevas que foi moldando seu caráter ruim.
HAHAHA Alê, as vezes eu penso em largar tudo para virar escritor.
Alê, quero sim retratar Aurelius como uma pessoa impiedosa e realmente ruim. O personagem dele foi concebido dessa maneira, um inimigo real para os gardenianos, alguém tão perigoso e difícil de se lidar que faria com que a guerra se prolongasse demasiado. Entretanto, estou me esforçando ao máximo para colocar um pouco de 'humanidade' em Aurelius e contar um pouco da sua história aos poucos, para que vocês percebessem que Aurelius, apesar de naturalmente ser um pouco impiedoso e tudo mais não foi sempre assim. Ele guarda um profundo ódio dos gardenianos não pela guerra, mas sim pela destruição da academia onde treinava e de todos, exatamente todos os seus mestres e companheiros, quando era jovem, antes da guerra. Aurelius continuou o seu treinamento e, quando Cassius caiu assumiu, junto com Tiberius, o poder de comandar as legiões romanas e se vingar dos gardenianos. É por isso que guarda tanto ódio e tanto rancor. Mas, acredite que não pretendo fazer de Aurelius a personagem mais ruim desta história... Não. Haverão outros, bem piores! Eu até estou pensando em não dar o fim que pensei dar a Aurelius para que ele possa voltar na terceira fase, de uma maneira um pouco diferente do planejado.. Mas é só uma idéia.
Se vocês se atentaram aos nomes - o que confesso que pode ser meio complicado - verão já desde o início desta história que Tornarör estava morto. Naquele 'Guia dos Cavaleiros Reais' que postei a poucos dias, como Tornarör apareceu em 'O Ataque ao Posto de Palmiertrift' eu o coloquei lá e coloquei já que estava morto, em uma emboscada (Adalinnood conta à Goramorir). Estes escombros são os mesmos escombros em que Adalinnood e Ennë'ya se encontram com os irmãos Hegör e Endör e os guerreiros africanos, porém, muitos anos depois. Por isso da vegetação.
Ah, apesar da concepção de Aurelius ter sido feita de uma maneira 'má', não o considero tão ruim assim: Em 'O Recado Gardeniano', Zelotes mataram um Senador Romano, a Sangue Frio. De uma maneira ou outra ele era um civil. E um político! Aurelius busca se vingar do que passou quando era jovem, na academia, e aos poucos também foi sido corrompido pelas trevas que foi moldando seu caráter ruim.
Gardênia tem uma história, e ela deve ser contada!: http://www.playbrasilmobil.com.br/viewt ... =71&t=1905
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- alepaolini
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Re: O Reino de Gardênia - "Lembranças" na pág 18!!
Pois é Rafa, confesso que os "ors" dos seus cavaleiros deixam às vezes confusos os personagens. Mas aquele seu guia de cavaleiros foi a pedra da roseta nesta questão.
Não considerei o assassinato do senador romano pelos Zelotes como um ato de crueldade. Eles usaram uma das táticas de guerra mais antigas da história. Corte a cabeça do exército e todo o resto cai.
Até mesmo pela história romana, era comum apenas matar os comandantes de um reino conquistado ou levá-lo a Roma para ser exibido com um troféu. O restante era escravizado, e o império precisava de muitos escravos.
Crueldade foi aquela espada do Aurelius fincada na menina gardeniana (essa sim foi uma civil), enfim vejo que a trama está tendo um conteúdo mais denso.
Cavaleiros morrendo em combate, traição do rei, um inimigo impiedoso e implacável....
Falta incluir os gardenianos contra os zumbis.
Abraço!
Não considerei o assassinato do senador romano pelos Zelotes como um ato de crueldade. Eles usaram uma das táticas de guerra mais antigas da história. Corte a cabeça do exército e todo o resto cai.
Até mesmo pela história romana, era comum apenas matar os comandantes de um reino conquistado ou levá-lo a Roma para ser exibido com um troféu. O restante era escravizado, e o império precisava de muitos escravos.
Crueldade foi aquela espada do Aurelius fincada na menina gardeniana (essa sim foi uma civil), enfim vejo que a trama está tendo um conteúdo mais denso.
Cavaleiros morrendo em combate, traição do rei, um inimigo impiedoso e implacável....
Falta incluir os gardenianos contra os zumbis.
Abraço!
Alessandro Paolini
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crdepa
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Re: O Reino de Gardênia - "Lembranças" na pág 18!!
Ahhhh que legal, o Rafa voltou !!!!
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