









Não muito longe dalí, no Museu de Egiptologia de Gabrielópolis, a curadora do museu se prepara para fechar o espaço e organizar o rico e raro acervo:

Eis que estaciona um carro conversível com dois indivíduos com atitudes muito estranhas...

Um deles desce do carro...

adentra o museu e conversa com a curadora...Bem, pensa ela, ele está elegantemente trajado...

Mas espere,... há algo inquietante, perturbador nas janelas...pressinto que algo ou alguém nos observando, há uma atmosfera amendrontadora...


Isso é um assalto!- Anuncia o malfeitor! Oh!, não! Que pavor!- Por favor, não me faça mal!- suplica a curadora.
A senhora fique calada, que minha turma vai recolher as peças. Vou lembrá-la que estamos em muitos, está, então, tudo dominado- orienta o bandido.





Vamos colocar tudo no carro, mas está sem lugar para todos e nosso roubo...


Eis que dispara o alarme em comunicação direta com a polícia:

Caramba, os dois pegaram todo o roubo e nos deixaram aqui...vamos usar a mulher como refém!- disse um dos marginais...

Rapidamente, chegam as primeiras viaturas que estavam em QAP, próximas do QTH

(continua abaixo...)








































