"Playmobil - O Filme" - A RESENHA

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Zerocal
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"Playmobil - O Filme" - A RESENHA

Mensagempor Zerocal » Dom Jul 21, 2019 7:11 pm

AMIGOS,

Fui neste domingo (21 de julho/2019) à pré-estreia de “Playmobil – O Filme”, dentro do 27º Festival Internacional de Animação do Brasil, o Anima Mundi. Adultos e crianças compareceram em bom número ao Cineclube Estação Net Botafogo, no Rio, para ver com antecedência o que o mundo inteiro só vai conhecer daqui a um mês. Em poucas palavras? O filme é uma boa mistura de ação, drama e musical, mas precisa ser apreciado com olhar infantil para garantir a diversão durante os 92 minutos de projeção.

Méritos para o cineasta ítalo-americano Lino DiSalvo. Antigo colaborador da Disney Animation, Lino assina em “Playmobil – O Filme” seu primeiro trabalho como diretor e roteirista. Em sua carreira, contabiliza projetos de sucesso internacional como chefe da equipe de animadores, supervisor de animação e animador em “Frozen – Uma Aventura Congelante”, “Enrolados” e “O Galinho Chicken Little”, entre outros.


Imagem
= = = ATENÇÃO: O texto abaixo pode conter spoilers = = =

Pude conferir a versão original, em inglês, com as vozes de Daniel Radcliffe (o eterno Harry Potter, interpretando o agente secreto Rex Dasher, paródia do estilo namorador e bon vivant de James Bond), Adam Lambert (que esteve no Rock in Rio 2016 à frente da banda Queen e faz o Imperador Maximus) e Meghan Trainor (do hit "All about that bass", interpretando uma fada madrinha, responsável pela parte musical mais animadinha). Os personagens principais, os irmãos Charlie e Marla, aparecem primeiro em live action e depois viram bonequinhos Playmobil, interpretados pelo ator-mirim Gabriel Bateman (dos filmes de terror "Annabelle" e "Quando as luzes se apagam") e pela atriz Anya Taylor-Joy ("The Witch").

Diálogos rápidos e cortes de cena frenéticos lembram as animações Disney, bem como o capricho na produção, tanto nos cenários reais – a Exposição de bonecos que dá origem à aventura dá vontade de ser visitada – quanto nos ambientes criados por computador (coliseu romano futurista parece até com aquele do filme dos Vingadores). Tudo muito fiel ao mundo Playmobil que a gente encontra dentro das caixinhas azuis. Apesar do ritmo intenso e do esforço em agradar plateias de todas as idades, talvez algumas cenas sejam um tanto previsíveis, como o desfecho do feno encantado e o inevitável final feliz. Ainda assim, vale a pena para fãs e não tão fãs do boneco.

O crédito de encerramento cita o empresário Horst Brandstätter, responsável pela fabricação do Playmobil, mas não vi menção a Hans Beck, o criador dos bonequinhos. E olha que até a montadora Porsche aparece na parte de agradecimentos, com razão. Aliás, a dica para quem for assistir é não sair assim que o filme acabar... E manter a mente aberta para mergulhar numa aventura leve e colorida, bem ao estilo Playmobil.
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